O PSD no Distrito Federal trabalha com a expectativa de eleger até cinco parlamentares nas eleições de 2026, sendo três deputados federais e mais dois distritais. A projeção é resultado da ampliação da nominata após o fim da janela partidária. Além disso, as alianças que vem se construindo, recentemente com o Avante, que faz parte do grupo de Arruda.
De acordo com o secretário-geral do PSD, Roberto Giffoni, o partido conseguiu montar um grupo competitivo, com nomes considerados estratégicos para impulsionar a votação de legenda. Entre os principais pré-candidatos à Câmara dos Deputados estão Paulo Octávio, Maria de Lourdes Abadia e o ex-ministro Ronaldo Fonseca, além da Carol Fleury e Elany Leão. “Foi uma construção muito bem feita, com toda a executiva. A nominata ficou robusta e com potencial real de alcançar três cadeiras federais”, afirmou.
Na disputa distrital, o PSD também aposta em renovação e diversidade de perfis, com candidatos ligados à educação, saúde e movimentos comunitários. A expectativa é de até dois eleitos, com possibilidade de ampliação a partir do desempenho da chapa majoritária. “Para distrital temos o Jordenes Ferreira da Silva, conhecido como Professor Jordenes, de Planaltina, Nelson Neto, é o candidato do Plano Piloto, é a primeira vez que o centro de Brasília tem um candidato apoiado pelo Conselho Comunitário da Asa Sul e da Asa Norte. Além do professor Ivan e da enfermeira Lídia Beres, que é uma representante da saúde, que pretendem renovar a Câmara Legislativa do DF”, completou.
Giffoni destacou ainda que a aliança com o Avante pode ampliar os resultados, com chance de a coligação alcançar até duas cadeiras adicionais na Câmara Legislativa.
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