A greve dos servidores do Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal, iniciada nesta quarta-feira (18), já provoca impactos nos atendimentos, com lentidão na remoção de corpos e na realização de exames de necropsia.
Segundo informações da categoria, há registros de corpos que deixaram de ser recolhidos em hospitais, além de acúmulo de casos no instituto. Os serviços continuam sendo realizados de forma reduzida, em esquema conhecido como “operação tartaruga”, típico de períodos de paralisação.
A greve ocorre após impasse nas negociações com o Governo do Distrito Federal (GDF) sobre a reestruturação da carreira de Atividades Complementares de Segurança Pública, pauta que vem sendo discutida desde 2023.
Os servidores afirmam que a paralisação foi adotada após sucessivas tentativas de acordo sem avanços concretos. A categoria reivindica mudanças estruturais e equiparação com outras carreiras da segurança pública que já receberam reajustes e benefícios.
Até a última atualização desta reportagem, o GDF não havia informado novas propostas para encerrar o movimento.

