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O domingo (5/4) no Estádio Abadião apresentou um roteiro de insistência sem recompensa para o Ceilândia. Diante do Mixto, na estreia da Série D do Campeonato Brasileiro, o Gato Preto até controlou boa parte das ações, mas esbarrou na falta de pontaria e na solidez defensiva rival. O placar de 0 a 0 refletiu um confronto travado, com raros momentos de brilho ofensivo.
A partida marcou o início da caminhada alvinegra na competição nacional, com o apoio da torcida candanga nas arquibancadas. O Ceilândia buscou assumir protagonismo desde os primeiros movimentos, enquanto o Mixto apostou em organização e transições pontuais. O equilíbrio predominou ao longo dos 90 minutos, sem alteração no marcador.
Pressão inicial sem precisão
O Mixto começou bem e teve a primeira chance com Dionathã parando em Sucuri. O Ceilândia respondeu ainda no minuto inicial, quando Patrikão avançou pela direita e serviu Marquinhos, finalização próxima ao gol. Aos quatro minutos, Cardoso apareceu dentro da área e chutou para fora, mantendo a pressão inicial.
A resposta visitante veio rapidamente. Aos sete minutos, Felipe Hulk cruzou fechado e acertou o travessão, gerando apreensão no sistema defensivo do Gato Preto. A partir desse momento, o Mixto passou a valorizar a posse, com troca de passes e tentativa de controle territorial.
Mesmo assim, o Ceilândia seguiu perigoso em jogadas pontuais. Aos 22 minutos, Franklin finalizou e contou com desvio na zaga, gerando escanteio. Pouco depois, Esquerdinha respondeu com chute defendido por Edmar Sucuri. Aos 31 minutos, Cardoso protagonizou a melhor chance da etapa, com jogada individual e finalização forte, parada por Guilherme Cerqueira.
Domínio territorial sem efetividade
Na volta do intervalo, o panorama seguiu semelhante. O Ceilândia manteve maior presença com a bola, mas encontrou dificuldades para transformar posse em oportunidades claras. Aos oito minutos, Robert desperdiçou chance dentro da área ao tropeçar no momento da finalização.
O Mixto, por outro lado, explorou bolas paradas. Aos 19 minutos, Dionathã cobrou falta e levou perigo ao gol defendido por Sucuri. Logo depois, Marquinhos arriscou de fora da área, mas mandou longe. O duelo ficou marcado por disputas intensas no meio-campo e poucas infiltrações efetivas.
A melhor sequência ofensiva do Gato Preto surgiu na reta final. Aos 35 minutos, Marquinhos fez grande jogada individual e exigiu boa defesa de Glaycon. Aos 46, Fabinho cabeceou no chão após cruzamento, mas o goleiro visitante segurou firme. Apesar da insistência, a equipe candanga não conseguiu furar o bloqueio adversário.
Sem criatividade nos minutos finais, o jogo entrou em ritmo mais lento. A defesa prevaleceu sobre os ataques, e o apito final confirmou o empate sem gols aos 52 minutos da etapa complementar. O Ceilândia agora volta as atenções para a próxima rodada, diante do Goianésia, no Estádio Divinão. O confronto será no sábado (11/4), às 18h30, em busca da primeira vitória na competição nacional.
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