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Com uma atuação sólida, o Brasília Basquete venceu o União Corinthians na noite desta terça-feira (3/2) pelo Novo Basquete Brasil (NBB). No ginásio Nilson Nelson, o time do técnico Dedé Barbosa venceu por 89 a 64 e segue em quinto lugar, com campanha 18-7. O time de Santa Cruz do Sul mantém o 11° lugar, com score 12-11.
A rotação esteve mais curta neste jogo devido às ausências dos lesionados Kevin Crescenzi e Pedro Mendonça. Entretanto, a marcação deu conta do alto time gaúcho e fez uma grande atuação defensiva. No ataque, Matheus Buiú e Facundo Corvalán foram os destaques e jogaram em simbiose tão qualificada a ponto de ser satisfatória.
Vencendo a primeira após a eliminação na Copa Super 8, o Brasília volta a atuar pelo NBB no sábado (7/2), às 11h, também no Nilson Nelson, contra o Vasco. O União Corinthians, por sua vez, viaja ao interior de São Paulo, quando na quinta-feira (5/2), enfrenta o Rio Claro, no Ginásio Felipe Karam, às 20h.
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1° Quarto: Velocidade ante o físico
O primeiro quarto correu com boa produção ofensiva de ambos lados. Matheus Buiú se mostrou um bom nome no princípio do período com pontos e defesa acirrada que complicaram o começo de criação da equipe visitante. O ala-armador foi o cestinha do primeiro quarto, com dez pontos dos 23 a 19 da parcial.
2° Quarto: Jogo tenso, técnicos insatisfeitos
A defesa ao poste baixo foi o ponto alto do começo do segundo quarto. Com um 5 a 2, o técnico Leandro Hiriart pediu tempo para solucionar a falta de superioridade no garrafão, ponto vital para os gaúchos. Em seguida, um 4 a 0 levou Dedé Barbosa à loucura e a também parar o jogo.
Uma maior rigidez na marcação foi a tônica das defesas, com faltas seguidas de ambos lados. O armador argentino Facundo Corvalán, um dos destaques, chegou a sofrer duas faltas seguidas. Entretanto, a noite seguia sendo de Buiú, que ao marcar 38 a 32, forçou novo timeout do quadro sulista. O jogo foi ao intervalo em 46 a 41, com 31 dos pontos na conta da dupla Buiú-Corvalán.
3° Quarto: No tranco, mas pegou
O começo do segundo tempo teve um maior acerto na marcação individual, o que favoreceu o time visitante a emparelhar o jogo com a dificuldade mandante em rodar a bola. Não foram incomuns turnovers da equipe candanga, que nos primeiros quatro minutos perdia a parcial por 6 a 2.
A válvula de escape do período foi o ala Daniel Von Haydin, com seis pontos somados de cesta de quadra somada a bonificação, período com total de 11. Quando Brasília fez 10 a 6, o treinador Leandro Hiriart voltou a pedir tempo, restando pouco mais de três minutos. Os americanos Desmond Holloway e Nate Barnes, dois dos destaques do confronto do primeiro turno, tiveram um quarto apagado, com 0/5 e 0/4 nos arremessos de quadra, respectivamente. O jogo entrou nos últimos dez minutos em 61 a 51.
4° Quarto: A importância de fechar o jogo
Matheus Buiú começou o período com 5/5 pontos, não permitindo qualquer reação rival. Para o camisa 14, o aproveitamento nos arremessos de quadra no duelo foi de 64% (9/14). Não se pode passar este relato sem falar de Von Haydin, que em um segundo tempo extraordinário (23 pontos, com 13 nos últimos dez minutos), somou para 27 pontos totais, sendo o cestinha da partida, além dos 23 de Buiú e os 19 de Corvalán.
Apesar dos tempos solicitados prematuramente pelo nervoso time rio-grandense, nada pôde ser feito para remediar uma noite sólida e bem organizada dos brasilienses. Dado não menor foi a expulsão de Holloway por confusão com o pivô Brunão, a sete minutos do fim. A última parcial foi de 28 a 13.
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