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Se mais cedo as penalidades máximas pesaram positivamente para o futebol do Distrito Federal no duelo contra baianos, a segunda oportunidade equilibrou a balança na Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira (25/2), o Ceilândia não seguiu o roteiro do Capital e acabou eliminado para o Jacuipense. No tempo regulamentar, as duas equipes empataram por 1 a 1. Na marca da cal, o time visitante foi mais efetivo, ganhou por 4 a 1 e carimbou um lugar na terceira fase do torneio nacional.
O Abadião viveu uma noite com um time atuando melhor em cada tempo. No primeiro, o Jacuipense tomou a bola para si e insistiu bastante em bolas alçadas na área de Ceilândia. Em uma jogada lateral, Thiaguinho marcou. O Gato Preto voltou mais organizado na etapa final e também exerceu pressão, embora com menos chances claras. A melhor dela, no entanto, não foi perdida por Marquinhos. Nos pênaltis, o Gato Preto começou mal e não buscou a desvantagem.
Baianos aproveitam pressão
O Jacuipense começou melhor no Abadião e teve cinco escanteios seguidos antes dos nove minutos de jogo. No melhor deles, Thiaguinho tentou olímpico e Sucuri espalmou. A resposta do Ceilândia veio aos 11. Em boa jogada pela esquerda, Cardoso fez corta-luz, mas a bola não chegou a Patrickão. Estudado, o jogo forçava ações pelas laterais por parte das duas equipes. Aos 17, Cardoso chutou cruzado, mas para fora. Com mais posse de bola, o time baiano buscava espaço para ser perigoso.
Aos 25, ele surgiu. Pedro Henrique chutou de fora da área e Sucuri se esticou para salvar. Aos 34, a pressão do Jacuipense gerou gol. Pedro Henrique construiu pela direita e cruzou rasteiro para Thiaguinho, livre, escorar para a rede. A desvantagem despertou no Ceilândia a urgência de ser ofensivo, mas o time esbarrava na pressa. Aos 38, Patrickão resolveu chutar de longe e isolou. O Gato Preto seguiu a pressão, mas sem exigir defesas de Marcelo. A última chance também foi ceilandense: a bola se ofereceu, Paulinho ajustou o corpo, mas errou o alvo.
Gato Preto ressurge
A necessidade de marcar fez o Ceilândia ficar com a posse, mas sem gerar abafa com chances. A primeira veio apenas aos 10 minutos, em cobrança de falta de Fabinho. A boa postura defensiva da equipe baiana dificultava bastante a missão alvinegra. Quando avançava, o Gato Preto esbarrava nos defensores rivais, sem progressão. Na insistência, veio o gol. Com 18, o cruzamento de Paulinho veio certeiro para Marquinhos desvencilhar-se da marcação e empatar. Aos 22, o Jacuipense fez o segundo, mas o lance foi anulado por impedimento.
O gol do Ceilândia abriu o jogo, com as duas equipes se revezando, sem sucesso, no ataque. Apesar da intensidade, o duelo não gerava oportunidades de gol. Conforme o tempo passava, uma bola na rede definiria o confronto. Assim, as equipes acumularam cuidados defensivos. Com os técnicos usando o banco de reservas, o tempo passou mais rápido e o destino da classificação ficou mesmo guardado para as penalidades máximas no Abadião.
Marcelo garante a vaga
Autor de gol no tempo regulamentar, Thiaguinho e marcou. Fabinho não teve a mesma efetividade e parou em Marcelo. Jarles cobrou no meio e ampliou a vantagem do Jacuipense. Robert bateu mal e também parou no goleiro rival. Vicente Reis encontrou a rede de Sucuri e deixou a vida do Gato Preto ainda mais complicada. Na sequência, Cabralzinho fez o primeiro dos donos da casa. No primeiro match-point, Flavinho classificou os baianos.
CEILÂNDIA 1 (1)
Edmar Sucuri; Paulinho 🟨, Henrique Alagoano 🟨, Badhuga e Fabinho; Bosco (Cabralzinho 🟨), Cleyton Maranhão (Henrique Vigia) e Cleyton (Robert); Cardoso (Vinicius Tanque), Marquinhos ⚽ e Patrickão (Edson Reis). Técnico: Adelson de Almeida
JACUIPENSE 1 (4)
Marcelo; Hugo Moura (Vicente), JP Talisca 🟨, Railon 🟨, Weverton, Ruan Nascimento (Vicente Reis), Thiago, Vinícius (Flavinho), Thiaguinho ⚽🟨, William 🟨 (Gabriel Pereira) e Pedro Henrique (Jarles). Técnico: Rodrigo Ribeiro
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